domingo, 28 de fevereiro de 2010

MEDIUM DE SUSTENTAÇÃO

- maisa@maisaintelisano.com.br
Médium de sustentação é aquele trabalhador, com mediunidade ostensiva ou não, que está presente ao trabalho, mas não participa diretamente do fenômeno em andamento, nem nos procedimentos de assistência propriamente dita sendo realizada, seja ela de passes ou de mediunidade.

Como o próprio nome diz, embora não esteja envolvido diretamente no fenômeno ou na assistência, no momento em que acontece, faz a SUSTENTAÇÃO energética do trabalho, mantendo o padrão vibratório saudável por meio de pensamentos e sentimentos elevados.

Por isso, o trabalho de sustentação pode ser feito por qualquer trabalhador, seja ele médium ostensivo ou não, a qualquer momento do trabalho, colaborando com o bom andamento do mesmo.

Ao contrário do que se pensa, os médiuns de sustentação são tão importantes quanto os médiuns propriamente ditos, pois são eles que ajudam a garantir segurança, firmeza e proteção para o grupo e para o trabalho, enquanto os médiuns ostensivos e passistas fazem a sua parte e desenvolvem a assistência.

Além disso, são eles também que ajudam os médiuns de psicofonia a recuperarem o seu equilíbrio depois de uma manifestação mais difícil, doando e movimentando as energias que estes médiuns estejam precisando naquele momento, dando passes de equilíbrio, fazendo a limpeza, etc.

Eles podem ainda colaborar com o dirigente do grupo, relatando o que sentem, vêem e percebem durante a reunião, pela sua sensibilidade, facilitando a interpretação dos casos e a identificação da melhor conduta a ser assumida, ajudando ainda a prevenir dificuldades com os outros trabalhadores.

Considerando esse papel, podemos listar alguns requisitos importantes para os médiuns de sustentação:

1. Responsabilidade

O médium de sustentação deve lembrar-se sempre que é parte de uma equipe e precisa acatar as regras e procedimentos estabalecidos para o bom andamento do trabalho, colaborando em tudo o que for possível para que as atividades sejam desempenhadas de forma organizada e tranqüila.

2. Estudo

Tanto quanto o médium ostensivo, o médium de sustentação precisa conhecer a mediunidade e tudo o que diz respeito ao trabalho com a espiritualidade e as bioenergias humanas, a fim de poder auxiliar eficientemente o dirigente do trabalho e os seus colegas, médiuns ou não.

3. Firmeza mental e emocional

Como é o responsável pela manutenção do padrão vibratório durante o trabalho, o médium de sustenção deve ter grande firmeza de pensamentos e sentimentos, a fim de evitar desequilíbrios emocionais e espirituais que poderiam pôr a perder a segurança do trabalho e dos outros trabalhadores.

4. Equilíbrio vibratório

Como trabalha principalmente com energias, que movimenta com os seus pensamentos e sentimentos, o médium de sustentação deve ter um padrão vibratório médio elevado em todas as circunstâncias de sua vida, a fim de poder se manter equilibrado em qualquer situação e poder ajudar o grupo, quando necessário.

Para isso, deve observar sempre a prática do Evangelho no Lar, ou atividade similar de limpeza e harmonização energética, bem como a preparação necessária na noite que antecede o trabalho e no dia propriamente dito, cuidando do descanso, da alimentação, da higiene física e mental, etc.

5. Compromisso com a casa, o grupo, os mentores e os assistidos

O médium de sustentação deve lembrar-se de que, mesmo não tomando parte direta nas assistências, tem alguns compromissos a serem observados:

- com a casa em que trabalha – conhecendo e observando os regulamentos internos a fim de segui-los, explicá-los, quando necessário, e fazê-los cumprir, se for o caso; dando o exemplo na disciplina e na ordem dentro da casa; colaborando, sempre que possível, com as iniciativas e campanhas da instituição;

- com o grupo de trabalhadores em que atua – evitando faltar às reuniões sem motivos justos, ou faltar sem avisar o dirigente ou um dos colegas; procurando ser sempre pontual nos trabalhos e atividades relativas; procurando colaborar com a ordem e o bom andamento do trabalho;

- com os mentores – lembrando que eles sempre contam também com os médiuns de sustentação para atuar no ambiente e nas energias necessárias aos trabalhos a serem realizados, e que, se há faltas, são obrigados a “improvisar” para cobrir a ausência;

- com os assistidos – sejam eles encarnados ou desencarnados, pois contam receber ajuda na casa e não devem ser prejudicados pelas ausências ou dificuldades dos trabalhadores.

6. Ausência de preconceitos

O médium de sustentação não pode ter qualquer tipo de preconceito, seja com os assistidos encarnados ou desencarnados, seja com os colegas de trabalhos, seja com os dirigentes, seja com mentores, etc.

Ele não está ali para julgar ou criticar os casos que tem a oportunidade de observar, nem as assistências que são realizadas, mas para colaborar para que sejam solucionados da melhor forma, de acordo com a sabedoria e a justiça de Deus.

7. Discrição

O médium de sustentação nunca deve relatar ou comentar, dentro ou fora do grupo em que atua, as informações que ouve, os problemas de que fica sabendo e os casos que vê nos trabalhos de que participa. A discrição deve ser sempre observada, não só por respeito aos assistidos envolvidos, encarnados e desencarnados, como também por segurança, para que entidades envolvidas nos casos atendidos não venham a se ligar a trabalhadores, provocando desequilíbrios.

Os comentários só devem acontecer esporadicamente, de forma impessoal, como meio didático de se esclarecerem dúvidas e transmitirem novas informações a todos os trabalhadores, e somente no âmbito do grupo, ao final do trabalho.

8. Coerência

Tanto quanto o médium ostensivo, o médium de sustentação deve manter conduta sadia e elevada, DENTRO e FORA da casa em que trabalha, para que não seja alvo da cobrança de entidades desequilibradas que nos observam a todos, no intuito de nos desmascarar em nossas atitudes e pensamentos.

Como se vê, as responsabilidades do médium de sustentação são as mesmas que as dos médiuns ostensivos, que entram em contato direto com as entidades, e exigem deles o mesmo esforço, a mesma dedicação e a mesma responsabilidade.

Não há demérito nenhum em ser um médium de sustentação, sem ser aquele por quem acontecem os fenômenos. Nem há menos importância nisso. O médium de sustentação é tão responsável pelo bem que se proporciona numa sessão mediúnica, quanto seus colegas que recebem as entidades. Embora ele não atue como médium de entidades, trabalha como médium de energias, captando-as, reciclando-as, modificando-as para melhor e devolvendo-as ao ambiente e às pessoas e entidades presentes.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Repassando

1) Por que as entidades de umbanda usam o fumo?

As folhas da planta chamada " fumo" absorvem e comprimem em grande quantidade o prana vital enquanto estão em crescimento, cujo poder magnético é liberado através das golfadas de fumaça dadas pelo cachimbo ou charutos usados pelas entidades. Essa fumaça libera princípios ativos altamente benfeitores, desagregando as partículas densas do ambiente.

2) Por que as entidades usam ervas verdes?

Por que cada erva ( principalmente a arruda, o alecrim, a sálvia, o guiné, mangericão e a espada de Ogum) possuem agregados em sua vitalidade elementos astromagnéticos que desmagnetizam e desintegram elementos etéricos densos e negativos presentes na aura dos consulentes.

3) Por que se usa a queima de pólvora ou " fundanga"?

Quando queimados os grânulos de pólvora explodem causando intenso deslocamento molecular do ar e do éter, desintegrando miasmas, placas, morbos psíquicos, ovóides astrais, aparelhos parasitas e outros recursos maléficos como campos de força densificados com matéria astral negativa, os quais não foram possíveis de ser desativados pela força mental dos Guias do espaço e o fluido ectoplasmático dos aparelhos mediunizados.

4) Por que dos pés descalços na umbanda?

Nos atendimentos os médiuns tornam-se os "para-raios" de muitas energias densas deixadas pelos socorridos. Somos fonte condutora de correntes elétricas e pelos pés descarregamos nosso excesso negativo. Solas emborrachadas bloqueiam esse fluxo.

5) Por que do uso de bebidas alcóolicas nos trabalhos de Umbanda?

Não há necessidade de ingestão de bebidas, mas seu uso externo se faz porque o álcool volatiza-se rápidamente, servindo como condensador energético para desintegrar miasmas pesados que ficam impregnados nas auras dos consulentes além de agir como elemento volátil de assepsia do ambiente.

6) Por que dos pontos cantados?

Os diversos pontos cantados na Umbanda estabelecem condições propícias para que os pensamentos dos espíritos se enfeixem nas ondas mentais dos médiuns. Cada vibração peculiar a um Orixá tem particularidades de cor, som, comprimentos e oscilação de ondas que permitem sua percepção pelos sensitivos da Umbanda. Uma vibração sonora específica cantado em conjunto, sustenta a egrégora para que os espíritos da linha correspondente ao Orixá se aproximem, criando e movimentando no éter e no astral formas e condensações energéticas símiles aos sítios vibracionais da natureza que "assentam" as energias, como se nelas estivessem presentes.

7) Porque a Umbanda não faz milagres?

Porque religião nenhuma o faz. Porque o milagre está dentro de você, meu irmão e se faz à medida que muda as tuas atitudes, reformula teus pensamentos e põe em prática tua fé no Criador. Se alguém te prometer o milagre, fuja! Ali está um caloteiro tentando te enganar.

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Fonte: livro A Missão da Umbanda

QUARESMA

Umbanda e a Quaresma
Dentre os vários compromissos que os verdadeiros Umbandistas devem ter para com a religião que abraçaram, estão os de esclarecerem, difundirem e enaltecerem os reais valores, bases e diretrizes de nossa Sagrada Umbanda. Desta forma, observações, avaliações e conceitos devem alcançar e modificar determinadas condutas que, embora habituais, têm como base preceitos estranhos a nossa religião.
Neste contexto, reportemo-nos, suscintamente ao ato litúrgico católico nominado Quaresma. A Quaresma e o próprio nome revela, é um período de 40 dias que tem início após as festas ditas profanas (carnaval), culminando no domingo de páscoa. Tem como finalidade, segundo os católicos, preparar o indivíduo, mediante processos de conversão e penitência, para a expurgação de influências carnais e mundanas e a absorção de valores sagrados. Tal período litúrgico, afirmam alguns, se consolidou no final do século III, tendo sido citado no 1° Concílio (Assembléia) Ecumênico de Nicéia, no ano 325.
Não obstante respeitarmos esta prática religiosa, própria dos católicos, devemos ter em mente que tal habitualidade pertence ao catolicismo, e não a Umbanda. E por quê então um número razoável de terreiros fecham suas portas, suspendendo as atividades espírito-caritativas durante este período ?
1° Influência dos tempos de Catolicismo:- muitas pessoas que hoje são dirigentes Umbandistas, no passado professavam a religião católica. Converteram-se à Umbanda, mas esqueceram-se de deixar na antiga religião preceitos próprios da mesma.
2° Justificação para longas férias: - encontram no período católico da Quaresma o meio ideal de justificarem sua vontade particular de descanso, de deleites materiais, sem serem alvos de críticas por estarem suspendendo atividade de auxílio espiritual aos necessitados, uma vez que a maioria não sabe o que é quaresma.
Os Umbandistas, consoante o que foi mencionado, devem ter consciência e convicção de que os terreiros são verdadeiros pronto-socorros espirituais e jamais poderão fechar suas portas a médiuns e assistentes. Ou será que a tristeza, a frustração, as demandas, as doenças, e outras situações negativas deixam de afligir as pessoas durante a quaresma ?
Sejamos sensatos. A Umbanda é religião cristã. É fato. Não significa, no entanto, que tenhamos de aplicar atos litúrgicos alienígenas à mesma.
Se os católicos são de opinião que a melhor forma de expiar suas faltas é jejuar e fazer penitência, ficando na última semana dos 40 dias a chorar o sofrimento de Jesus, bom para eles.
Nós umbandistas somos sabedores que o Meigo Nazareno não quer que soframos por Ele, mas sim que coloquemos em prática suas lições de amor, fé, caridade e fraternidade, virtudes que pregou quando encarnado, como alicerces seguros para a evolução da humanidade.
Reverenciemos o Cristo da Galiléia com trabalhos espirituais, que não podem parar, pois que o socorro é sempre urgente. A Umbanda é a manifestação do espírito para a caridade. E caridade é Jesus em ação.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Repassando

Muitas vezes as pessoas acham que a Umbanda, mais precisamente os Guias Espirituais, estão a disposição para adivinhações, para dizer se as coisas que almejam, como marido, negócios estão para acontecer, e detalhe, muitas vezes tem que acontecer do jeito que foi planejado, saber de amores que sumiram, e por ai vai...! Claro que os Guias têm a permissão de falar algumas coisas, como: “tem tudo para dar certo, mas faça a sua parte”, “a pessoa que você almeja está próximo, mas olhe para os lados”, “estamos ajudando para que tudo aconteça, mas não vacile nos caminhos”, “orai e vigiai”, alguns trabalhos de ajuda como mandalas, magias, descarrego, desobsessão... Mas, seguramente, nunca adivinhações ou previsões, se assim fosse não precisaria mais ter pessoas desaparecidas, era só ir a um Terreiro de Umbanda. Também não precisaríamos mais de remédios e nem de médicos encarnados, estaríamos famosos pelos nossos milagres... O que existe meus irmãos é força, determinação, fé, vontade, aliados aos trabalhos espirituais que nossos queridos Guias, através de Jesus, nos oferecem, e assim podermos alcançar o merecimento de sermos curados, de recebermos os bens materiais que lutamos para obter, mas o maior de todos, o de receber os bens espirituais para crescermos e evoluirmos.

A vida é feita de escolhas, diariamente podemos escolher qual caminho seguir e nesta escolha podemos mudar acontecimentos, como por exemplo, posso ir a uma festa e conhecer uma pessoa legal ou decidir ficar em casa assistindo Big Brother, também posso acordar pela manhã e sair para trabalhar, mas não sem antes xingar São Pedro pela chuva, ou posso acordar e aceitar a previsão do tempo, colocar sapatos mais fechados e chegar no meu trabalho dando bom dia a todos, pois graças Deus tenho um trabalho, tenho meu ganha pão.

Eu escolho meus caminhos, eu escolho como cumprir meu carma, ou eu cumpro da melhor maneira possível, ou da pior maneira possível, isso se chama livre arbítrio. Ao reencarnamos nós escolhemos as dívidas a serem pagas, então escolhemos a família, condição social, pessoas que nos cercam e os grandes acontecimentos onde iremos ser testados, são as provas terrenas. Concordam que aqui é a grande escola da vida da qual precisamos fazer provas para ver se passaremos de ano, ou permaneceremos na mesma série? Assim é a grande roda da vida, e como diz Caboclo Baiano Zé do Coco “ Oxente, o tempo de encarnado é tão curto que deve ser aproveitado a todo instante”. É verdade, nós vivemos como se essa encarnação fosse eterna e acabamos vivendo o amanhã, esquecendo de viver o presente que nos fortalece para o dia seguinte...

Então você pode perguntar: se eu faço meus caminhos pra que vou a um terreiro para ser ajudado? Eu pergunto: Porque uma pessoa precisa ir à escola? Para aprender, não é verdade? Nossos amados Guias são nossos professores, psicólogos, pais, irmãos, amigos, profundos conhecedores das Leis de Deus e vêm nos ensinar a andar, ensinar qual o melhor caminho a trilhar... Como diz Emmanuel: “ O pastor conduz seu rebanho, mas quem tem que caminhar são as ovelhas”. Eu adoro essa frase, ela representa bem o que devemos fazer e a quem seguir. Jesus sempre ao curar dizia: “vai que tua fé te curou”. A doutrina espírita nos explica as enfermidades e curas, e qual a atuação para se chegar a uma cura, que depende de pensamentos e vontade da pessoa. Os espíritos benevolentes trabalham nos fluidos, já impregnados das qualidades dos pensamentos e sentimentos que os fazem vibrar, essa atuação se dá no perispirito da pessoa, pois nas perturbações vibratórias do perispirito se originam as doenças orgânicas e psíquicas dessa ou de outras vivências... Mas não vamos entrar nesse assunto, pois para isso, precisaríamos algumas aulas, a intenção é entendermos como temos as rédeas de nossos passos e atos.

Sabendo de tudo isso, tenho mais certeza de que minha felicidade depende de mim e de minha fé, mas sei que preciso de ajuda, e essa ajuda eu busco na minha religião que me faz crescer dentro dos caminhos de Deus. Os sofrimentos, irmãos, são para a nossa evolução. Bendito aquele que aprende com suas dificuldades, eu aprendi a encarar cada obstáculo como degraus de luz, pois cada um deles me fortalece, me dando base para suportar a próxima tempestade...

Jesus nos ensina a construirmos nossa casa em cima de uma rocha para quando vierem as tempestades, enchentes, ventos, ela esteja sobre bases firmes. Para construirmos essa casa requer muito esforço e dedicação. A rocha representa Jesus e todo seu Evangelho, e a casa somos nós. Se construirmos nossa vivência em seus ensinamentos alcançaremos a felicidade, como diz Pai Reginaldo: “O evangelho é o único Manual que nos leva a Deus” e novamente como disse nosso Mestre: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vem ao Pai a não ser por mim”.

Esses dias recebi um texto que tinha uma frase assim: “Para ser Umbandista, devemos saber lidar com a ingratidão”. Refletindo em cima dessa frase simples e curta, porém sábia e profunda, observamos nos Templos Umbandistas pessoas que o freqüentam e, realmente, com algum tempo fazem mudanças significativas, mas basta um NÃO do Guia ou do Pai da casa para essas pessoas (sem generalizar) dizerem que o centro é fraco ou o Guia é fraco. Isso me faz pensar na ingratidão ou como é simples esquecer as coisas que lhe aconteceram. Agora, saindo da ingratidão e indo para a construção, em que base essa pessoa construiu sua casa? Base de areia, pois basta a primeira dificuldade para a sua casa desabar , e pior, querer culpar os que lhe deram a mão. Para ser Umbandista temos que ter nossa casa bem construída, pois vamos nos deparar com essa situação por muitas vezes, e com outras piores, mas também vamos ver muitas pessoas crescerem e evoluírem.

A Umbanda é amor, caridade, seriedade, evolução, servir... Cada casa tem sua ritualística, mas dignas de respeito e como diz meu Pai Valdo, estruturado nas palavras sábias do fundador da Umbanda, Caboclo das Sete Encruzilhadas:

“A Umbanda cabe a cada pessoa em seu estágio evolutivo desde que tenha como base:
não matar;
não cobrar;
evangelizar;
vestir o branco e
utilizar as energias da natureza para o bem.”

Pensem nisso! Em vez de se lamentarem, de ter auto piedade, de criticarem, ou ter ingratidão, olhem para cima. Com certeza terá uma mão estendida lhe chamando para a sua evolução, para seu crescimento, para sua reforma interior, para sua auto análise como filho de Deus. E está mão, eu sei que é Deus, atua através de nossos queridos Guias Espirituais a nos conduzir nos caminhos de Nosso Pai Misericordioso.

Lembrem-se: “quem caminha são as ovelhas”

Mãe Kátia
(Mãe Pequena do T. E. Cruzeiro da Luz - Cabana do Caboclo Rompe Mato/SP)

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

repassando... Diga: Sou UMBANDISTA!!!

Minha Umbanda 37 comentáriosO retrato de nosso país que dirá como somos, onde estamos e como vivemos começará a ser pintado em agosto de 2010 com o Censo Demográfico.
E nós, umbandistas, não podemos perder essa oportunidade de mostrar nossa cara, nossa presença e nossa postura como religiosos que AMAM SUA RELIGIÃO, a UMBANDA.

Chega de aceitar as opções “afro-brasileira”, “espírita”, “espiritualista” ou a constrangedora “outros”. Chega de ficar de boca fechada, em cima do muro ou balançando a cabeça! Temos UMA RELIGIÃO caracterizada, fundamentada, aceita e sustentada tanto pela espiritualidade como pelos órgãos civis, portanto só falta a NÓS FAZERMOS DIFERENTE e, principalmente, FAZERMOS A DIFERENÇA!

Quando perguntarem qual a sua religião, diga: SOU UMBANDISTA!!!

escrito por Mãe Mônica Caraccio