quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018


Nosso amaci de 20 de janeiro.

Salve Oxossa! |OKE ARÔ





https://www.cafecomjung.com/os-arquetipos-da-umbanda/


 Orixá do Conhecimento



Seu nome seu nome provém do iorubá, e possui significado de guardião popular. Oxóssi é considerado o Rei de Ketu, pois livrou a população de um dos pássaros de Eleyé, quebrando assim um feitiço que ele lançava sobre eles. Diz a lenda que Oxóssi não precisa de mais que uma flecha para matar seu alvo, por sinal desta forma que ele abateu este pássaro. Por isso ele é chamado de Otokan Soso, que é um Okiri com o significado de: guerreiro que precisa somente de uma flecha, pois nunca erra o alvo.
Na região da qual ele era Rei seu culto foi quase extinto, pois essa civilização sofreu grandes agressões e perdas durante a história da humanidade, sendo dizimados ou forçados a se tornarem escravos. Mas a raiz do culto ainda vive em locais como o Brasil, onde sua presença é muito forte e a cultura sobreviveu ao tempo.
(Jung)https://www.iquilibrio.com/blog/espiritualidade/umbanda-candomble/tudo-sobre-oxos
 

NOSSO AMACI

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

RETORNO


CASA BRANCA DE OXALÁ



Início de nossas giras de atendimento:dia 27/01 - Sábado, as 15:00
"Umbanda, manifestação do espírito para a prática da caridade"
Caboclo das sete encruzilhadas -  1908



 com Licença da Tenda de Ogum Delê
TUOD Tenda de Umbanda Ogum Delê
*Se você, ao entrar em um terreiro,pede licença e saúda os assentamentos e firmezas da casa;
*Se você, ao ficar diante de um Preto Velho se ajoelha e pede sua benção;
*Se você, ao se afastar de um guia ou do altar,sai de costas e permanece de frente para o altar;
*Se Você, ao conversar com uma entidade,se curva e abaixa o olhar em sinal de respeito;
*Se você, ao tomar um passe,agradece de coraçãoa entidade que o atendeu;
*Se você, ao ganhar de um guia um gole de sua bebida,pega sempre o copo com as duas mãos;
*Se você, ao ser convocado para um trabalho difícil,não se envaidece e se prepara com amor;
*Se você, ao ser corrigido por seu Pai/Mãe de santo não se enfurece,mas entende que é para sua evolução;
*Se você, ao encontrar seu Pai/Mãe de santo,toma sua benção, seja onde fôr;
*Se você, ao cantar determinados pontos de umbanda ainda se emociona como no início;
*Se você, ao perceber um erro de alguém,não critica,mas procura orientar da forma adequada;
*Se você, ao não entender um ensinamento ou doutrina,questiona,pergunta,ao invés de fingir que entendeu;
*Se você, ao ouvir comentários desnecessários dentro do terreiro os ignora e não se envolve;
*Se você, ao faltar ao gira ou em algum trabalho, pede desculpas aos seus guias por sua falta;
*Se você, ao fim de um culto ou trabalho fica feliz e ansioso pelos próximos compromissos;
*Se você, ao invés de priorizar as amizades com irmãos de santo,prioriza a casa que o desenvolve;
*Se você, ao se sentir fraco,busca a ajuda de sua casa ao invés de se afastar dela;
*Se você, ao presenciar algum problema em sua casa,não se omite e tomas as devidas providências,mostrando-se atuante;
*Se você, preocupa-se tanto com o seu próprio desenvolvimento quanto com o dos outros;
*Se você, tem respeito e amor verdadeiro por sua casa e entende o quão é difícil em vários momentos mantê-la...
PARABÉNS POR SUA POSTURA,MAS CUIDADO,VOCÊ É UM UMBANDISTA EM EXTINÇÃO...

domingo, 23 de outubro de 2016

ASSEMA

PORQUE A SIMPLISCIDADE NÃO SATISFAZ?

Depois de alguns anos militando na umbanda, comecei a desenvolver um senso critico no diz respeito a minha religião.
Passei a observar as mudanças, as evoluções, os retrocessos, o comportamento, enfim tudo que se refere ao dia a dia da Umbanda.
Uma coisa tem me incomodado muito; a falta de simplicidade que tenho observado nos terreiros. Quando iniciei na Umbanda, pés no chão, uma roupa branca, algumas velas brancas no altar e o terreiro estava pronto para funcionar, as entidades sempre presentes, os consulentes atendidos, os médiuns felizes por estarem ali, enfim uma atmosfera propícia para pratica do bem.
Não existiam cursos como, por exemplo, formação de “sacerdotes” em dois anos, nosso aprendizado era dentro do terreiro, ouvindo o dirigente, as entidades, os mais experientes.
Muitos vão dizer que a evolução é importante e faz parte da vida, concordo, mas penso que deva ser uma evolução inteligente, coerente.
Infelizmente tenho visto muitos que inventam rituais, fundamentos praticas, muitas beirando o absurdo, outros vão buscar em outras religiões, praticas que nada tem haver com a Umbanda, em nome de uma pretensa evolução.
Vejo a subserviência, a idolatria à pessoa do “pai de santo” muito grande, vejo que em muitos casos a espiritualidade fica em segundo plano, hoje Orixá virou sobrenome e até propriedade pessoal, terreiros viraram desfile de moda ou concurso de fantasias.
Aprendi que quando se vai a outro terreiro devemos saber entrar e sair, minha Mão de Santo, nos ensinou que quando visitamos outra casa, salvo se somos convidados pelo chefe do terreiro, somos assistência, e nosso lugar é “na fila do passe” como ela dizia. O que ocorre hoje é bem diferente, “pais de santo” que se acham no direito de exigir que se dobrem atabaques para ele, que se prestem reverencias, e muitas vezes ainda saem reparando, criticando ou caçoando do trabalho, e por que tudo isto? Justamente pelo fato de que a espiritualidade para eles é apenas um detalhe.
Não sei onde isto vai acabar, espero que acabe antes que a Umbanda acabe…
Amigos longe de mim querer generalizar ou ser o dono da verdade, como disse no inicio, sou apenas um observador do comportamento umbandista.
Ainda bem que temos terreiros que ainda mantêm a essência da Umbanda, onde a palavra de um Preto Velho ou de um Caboclo é ouvida e seguida. Onde o dirigente senta com seus filhos, ouve, explica, não tem vergonha de dizer “não sei, mas vou tentar aprender”.
Este texto nada mais é que um desabafo de um saudosista, que pisou muito em terreiro de chão batido, que limpou muito cinzeiro, que já caiu varias vezes de “bunda” no chão durante o desenvolvimento, que já levou muito “pito” de entidades, que teimou muitas vezes, mas que aprendeu a amar com todas as forças a Umbanda, e que depois de todo este tempo vivenciando a Umbanda tem uma pergunta aos Umbandistas:
POR QUE A SIMPLICIDADE NÃO SATISFAZ ?